Tamareiras - Projeto Paisagistico Link plantas caminho beira de piscina utilizando tamareiras
Tamareiras - Projeto Paisagistico Link plantas caminho beira de piscina utilizando tamareiras
Desde 1994 — Dona Euzébia, MG

Paisagismo e Jardinagem em Ponta Grossa, direto do viveiro

Projetamos, fornecemos as espécies certas para o frio do Segundo Planalto e executamos o seu jardim, do plantio à jardinagem. Da muda à entrega, com produção própria, sem atravessador.

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Por que confiar na Link Plantas

9 fazendas próprias

Produção própria

As mudas saem das nossas 9 fazendas em Dona Euzébia, MG, prontas para o plantio.

RENASEM + nota fiscal

Procedência garantida

Cada lote com registro RENASEM, nota fiscal e laudo de origem da própria produção.

27 estados atendidos

Entrega nacional

Frota própria com caminhão e Munck para entregar plantas vivas em todo o Brasil.

Agrônomo + biólogo

Equipe técnica

Engenheiro agrônomo e biólogo acompanham cada projeto, do desenho ao plantio.

Por que viveiro produtor

Paisagismo com produção própria: por que isso muda o seu jardim

Paisagismo é o projeto e a execução de áreas verdes que unem estética e função. Contratar um viveiro produtor muda o resultado: a mesma casa que desenha o jardim cultiva a planta, entre mais de 800 espécies, e entrega a muda pronta direto para a sua obra.

Quem cresceu no viveiro sabe: jardim que seca quase nunca é falta de rega, é espécie errada para o clima. Escolher a planta certa antes de plantar é o que separa o jardim que dura do replantio caro.

A empresa de paisagismo comum terceiriza a planta e repassa a margem do intermediário. Aqui a muda é nossa do começo ao fim, sem atravessador entre o projeto e o seu jardim.

Sem viveiro próprio

A planta vem de terceiro, sem histórico. Chega estressada da viagem, sofre para pegar, e o jardim cresce desigual.

Com viveiro produtor

A muda foi cultivada por quem projetou. Sai no ponto certo, pega melhor e o jardim fecha parelho desde o primeiro ano.

Mas paisagismo não é uma coisa só: depende de quem vai usar o espaço.

Clima & espécies

O que plantar em Ponta Grossa: o que a geada do planalto não perdoa

Ponta Grossa tem clima subtropical úmido do tipo Cfb, no Segundo Planalto Paranaense, e é mais frio que Curitiba: espécie tropical mal escolhida queima na primeira geada forte. Plantar certo aqui é escolher espécies que aguentam o frio dos Campos Gerais e respeitar o calendário.

O inverno de Ponta Grossa em números

3 a 5
geadas por ano no Segundo Planalto
Abaixo de 0°C
ao menos uma vez todo ano
Maio a setembro
período de maior frequência de geada (Embrapa)

A geada não cai igual no terreno: acumula nas partes baixas, nos fundos de vale, nas faces voltadas ao sul e nos pontos sem proteção de muro ou copa. Um bom projeto lê esse mapa antes de definir onde vai cada planta, deixando as sensíveis nos cantos abrigados. Base: estudo da Embrapa sobre o clima dos Campos Gerais.

Mudas certas para o clima de Ponta Grossa

As mudas que a gente produz e indica para o frio dos Campos Gerais, com procedência e entrega própria: araucária, a nativa dos capões da região, ipê-amarelo, ipê-roxo, ipê-rosa, cerejeira japonesa, magnólia, manacá-da-serra, quaresmeira, jacarandá-mimoso, cedro rosa, sibipiruna e resedá, todas gente que encara a geada do planalto.

O que evitar: espécies tropicais sensíveis, dessas que brilham em projeto de litoral. No frio de Ponta Grossa, viram tronco seco em julho, quando a geada acumula no fundo de vale.

Quando plantar: a janela é a primavera, a partir de setembro, e o início do verão, para a muda enraizar antes do próximo inverno. As geadas mais intensas caem em julho e agosto, então plantar espécie sensível nesses meses é apostar contra o clima.

Quer a lista completa, com calendário detalhado e espécies nativas? Veja o guia completo desta cidade.

Arborização & normas

Plantar em Ponta Grossa respeitando a cidade

Antes de plantar na calçada ou na frente do imóvel, vale seguir o que a cidade recomenda. O Plano Municipal de Arborização Urbana de Ponta Grossa catalogou 2.239 árvores e prioriza espécies nativas, que já somam 51,7% do total. Um bom projeto já nasce dentro dessa lógica.

    • Prefira o que pertence ao planalto e à floresta com araucária: araucária, ipê-amarelo e ipê-roxo, nativas ou aclimatadas que o Plano da cidade valoriza.
    • No lote, respeite o afastamento de muro, rede elétrica e calçada ao escolher o porte adulto da árvore.
    • Evite árvores de raiz agressiva perto de piso e tubulação: o barato vira quebra-quebra em poucos anos.
    • Plantio em via pública normalmente segue a orientação e a lista da Prefeitura, que combate as espécies exóticas invasoras.

Arborização da cidade

2.239
árvores catalogadas no Plano de Arborização
51,7%
das árvores da cidade são espécies nativas

Projetar dentro dessas recomendações não é burocracia: é o que garante que a sua árvore cresça sem virar problema com a calçada, a rede ou o vizinho.

O diferencial

Projeto e planta na mesma casa: o que você ganha

Quando o paisagista escolhe a espécie e o viveiro já a produz, some o elo mais caro do paisagismo: o atravessador. Veja, lado a lado, o que muda quando o projeto e a planta nascem na mesma casa.

Comparativo entre uma empresa de paisagismo comum e a Link Plantas, viveiro produtor, por origem da planta, procedência, espécie para o clima, reposição e preço.
CritérioEmpresa de paisagismo comumLink Plantas Viveiro produtor
Origem da plantaCompra de terceirosProdução própria, 9 fazendas
ProcedênciaVariável, sem garantiaRENASEM, laudo e nota fiscal
Espécie para o climaConforme a disponibilidadeEscolhida entre 800+ espécies
Reposição e pegamentoDepende do fornecedorGarantida, da nossa produção
Preço da mudaMargem do atravessadorPreço de produtor

A economia não está no orçamento inicial, e sim na conta final. Sem o intermediário no meio, a mesma muda chega por menos, e a garantia de pegamento vem de quem a produziu, não de um fornecedor que você nunca vai encontrar de novo.

Na prática, isso vira um processo simples.

Como funciona

Do projeto à muda plantada: como funciona

Um projeto de paisagismo segue cinco etapas: briefing, leitura do terreno, projeto com a escolha das espécies, fornecimento das mudas e execução acompanhada. Pular a leitura do terreno é o erro que mais derruba jardim.

  1. Briefing

    Entendemos o uso do espaço, o estilo que você quer e o orçamento disponível, antes de qualquer traço.

  2. Diferencial técnico

    Leitura do terreno

    Medimos solo, insolação, drenagem e clima do lugar. Projeto que ignora essa leitura é o que mais mata jardim, e a gente vê isso o tempo todo.

  3. Projeto paisagístico e escolha das espécies

    Desenhamos o espaço e selecionamos as espécies que combinam com aquelas condições, não as que sobraram no estoque.

  4. Fornecimento direto do viveiro

    As mudas do projeto saem da nossa própria produção e chegam no ponto certo de plantio.

  5. Execução de paisagismo acompanhada

    Plantamos e ajustamos em campo, com a equipe técnica presente até o jardim pegar.

E depois de pronto, o jardim precisa durar.

Quanto custa

Quanto custa paisagismo em Ponta Grossa (e por que não existe preço de tabela)

Paisagismo não tem preço de tabela: o valor muda com o seu terreno, as espécies e o tamanho do projeto. Existe uma referência oficial por metro quadrado e faixas de mercado, mas o número que vale é o do seu jardim. Quatro fatores definem a conta.

01

Área do terreno

Quanto maior o espaço, maior o projeto e a quantidade de mudas. É o fator que mais pesa na conta final.

02

Complexidade do terreno

Desníveis, muros de arrimo e drenagem encarecem a obra. O relevo e a insolação também mandam na escolha das espécies.

03

Escolha de espécies

Mudas adultas e árvores de grande porte custam mais que forrações e flores. A espécie certa para o clima evita replantio depois.

04

Execução

Só o projeto, ou projeto mais plantio e implantação. Muros, calçadas e pavimentação entram à parte.

O preço que importa não é o da muda, é o do replantio. A gente vê toda semana: o cliente economiza uns reais na muda, planta uma espécie que não aguenta o clima da cidade e, na estação seguinte, paga o jardim duas vezes. Barato que morre sai caro.

Quer o número do seu projeto?

Mande a área aproximada e o objetivo do espaço. Com isso em mãos, devolvemos uma proposta realista, sem surpresa depois.

Pedir orçamento

Definido o investimento, falta o que sustenta o jardim depois: a manutenção.

Onde atendemos

Paisagismo em Ponta Grossa e Campos Gerais, com frota própria

Atendemos Ponta Grossa e a região dos Campos Gerais, do projeto à muda plantada. Como somos viveiro produtor, a planta sai da nossa fazenda e chega no seu endereço com logística própria, sem depender de atravessador.

Visita e leitura do terreno

Vamos até o seu espaço medir solo, insolação e o microclima antes de desenhar o projeto.

Fornecimento com frota própria

As mudas chegam vivas e no ponto certo de plantio, entregues pela nossa própria frota, com procedência.

Execução e acompanhamento

A mesma equipe planta e acompanha o pegamento, na janela certa do calendário local.

Não importa o bairro: informe o seu endereço no orçamento e a gente confirma prazo e logística. Falar com a gente.

Manutenção & jardinagem

Jardinagem em Ponta Grossa: o jardim vivo o ano todo

A manutenção é a parte de jardinagem do paisagismo: é o que mantém o projeto vivo depois de pronto. Sem ela, o melhor jardim vira mato em poucos meses. O ritmo muda com a estação.

Corte de gramaPoda de formação e limpezaAdubação por estaçãoControle de pragasReposição de espécies
Estação de crescimento

Quando o jardim acelera

Na primavera e no verão o crescimento acelera: o corte de grama fica mais frequente, entram a poda de formação e a adubação. É também a melhor janela para plantar e repor espécies antes do frio.

Estação fria e seca

Quando o foco muda

No inverno o ritmo cai e a prioridade passa a ser proteger as mudas jovens da geada e fazer a poda de limpeza. Nada de forçar plantio de espécie sensível no frio dos Campos Gerais.

Sobre garantia, com realismo: a garantia da planta cobre cuidados pós-venda, não maus-tratos nem clima extremo. Planta certa, na época certa e mantida com orientação, pega. Abandonada, não há seguro que salve. Por isso a reposição sai da nossa própria produção, com a mesma procedência do projeto.

A manutenção é avulsa ou por contrato mensal, e o valor varia com a área e os serviços. O contrato recorrente sai melhor por visita e mantém a mesma equipe cuidando do seu jardim.

Peça um plano de manutenção
Antes de decidir

A ordem certa das decisões em Ponta Grossa

Todo jardim que dura em Ponta Grossa segue a mesma ordem: primeiro quem contrata, depois o clima, então a espécie e, por fim, o calendário. Pular qualquer etapa é onde o dinheiro some, quase sempre no replantio do inverno seguinte.

Sobre quem contrata: o paisagista projeta e escolhe as espécies; o jardineiro executa e mantém. Em jardim novo, é o paisagista que evita o erro caro de plantar o que não aguenta a geada do planalto. Fazer por conta só vale em canteiro simples, de baixo risco.

E aqui está o que nenhum anúncio mostra: em Ponta Grossa, o que separa o jardim que dura do que apodrece no frio não é o render bonito, é a espécie certa para o clima do Segundo Planalto. E a espécie certa começa na muda, por isso projeto e produção na mesma casa muda o resultado.

Guia completo

O que plantar em Ponta Grossa: o guia do jardim que sobrevive ao frio do Segundo Planalto

Ler o guia
Portfólio

Produção, Vendas e Projetos  Que Já Realizamos

Paisagismo, reflorestamento e arborização urbana. Cada projeto recebe o mesmo cuidado e dedicação técnica. Com uma frota, equipamentos e  uma produção vasta para atender nossos clientes 

Antes de fechar

Perguntas frequentes sobre paisagismo

Quanto vou gastar num projeto de paisagismo aqui em Ponta Grossa?

Não existe preço fixo: o valor varia de projeto para projeto. O que define o seu orçamento são quatro fatores. O tamanho da área, porque terreno maior pede mais projeto e mais mudas. A complexidade do terreno, já que desníveis, muros de arrimo e drenagem encarecem a obra. A escolha das espécies, porque mudas adultas e árvores de grande porte custam mais que forrações e flores. E a execução, que pode ficar por sua conta ou entrar no pacote do paisagista. Se você pedir o orçamento já com a área medida e o objetivo definido, a proposta sai mais rápida e sem surpresa.

Depois de pronto, quanto trabalho e custo eu vou ter para manter?

A manutenção é um custo recorrente que varia com o tamanho e o tipo do seu jardim. Ela inclui corte de grama, poda de formação e de limpeza, adubação conforme a estação, controle de pragas e reposição pontual de plantas. O ritmo muda com o clima de Ponta Grossa: na primavera e no verão o crescimento acelera e o corte fica mais frequente; no inverno o foco vira proteger as plantas jovens da geada. Gramados grandes e jardins com muitas espécies floridas exigem mais cuidado. O ponto importante é encarar a manutenção como parte do projeto, porque, ignorada, ela transforma o melhor jardim em mato em poucos meses.

Eu preciso mesmo de um paisagista ou o jardineiro já resolve?

Depende do risco do seu caso. O paisagista projeta o espaço e escolhe as espécies, respondendo tecnicamente pelo resultado. O jardineiro executa e mantém o que foi planejado, e faz isso muito bem, mas não é função dele responder pela planta certa para o frio daqui. Para um jardim novo ou uma reforma com risco de erro caro, o paisagista é quem evita a escolha errada de espécie; o jardineiro entra depois. Um caminho que funciona bem é ter o paisagista para o projeto e um jardineiro de confiança para o dia a dia. O inegociável é que a definição das plantas passe por quem entende do clima do planalto.

Que plantas realmente aguentam o frio e a geada da minha região?

As que pertencem ao clima dos Campos Gerais. A grama São Carlos resiste à geada e mantém o verde no inverno. Entre as flores, amor-perfeito, azaleia, camélia, hortênsia e dália florescem no frio e na altitude. Para sombra, forrações como copo-de-leite, clivia e ajuga vegetam bem na meia-sombra fria. E nas árvores nativas, a araucária e o ipê-amarelo são da paisagem local. O que evitar são as espécies tropicais sensíveis, aquelas de projeto de litoral: elas brilham no verão e queimam na primeira geada forte do Segundo Planalto.

Qual é a melhor época para eu fazer o meu jardim?

A primavera, a partir de setembro, e o início do verão. Plantar nessa janela dá tempo de a muda enraizar antes das geadas de julho e agosto, as mais intensas do planalto. Plantar espécie sensível em pleno inverno é apostar contra o clima, porque o frio pode matar a planta antes de ela pegar. Se a obra precisar cair no inverno por necessidade, a saída é reforçar a proteção das mudas jovens e priorizar desde já espécies resistentes ao frio. Por isso o cronograma de um bom projeto mira a execução fora dos meses de geada mais forte.

Vale a pena investir num projeto ou eu mesmo planto umas mudas?

Vale quando há risco de erro caro ou quando você quer que o jardim dure. Fazer por conta funciona em canteiros simples e de baixo risco. Mas, em Ponta Grossa, a geada elimina sem dó a espécie errada, e o custo escondido não é o da muda: é o do replantio de tudo na primavera seguinte. O projeto técnico se paga justamente ao evitar esse retrabalho. E há um cuidado que faz diferença antes do plantio: a procedência da planta. Muda com origem conhecida, registro e orientação de manejo para o frio começa o pegamento antes de ir para a terra. Barato que morre sai caro; a escolha certa é a única que, errada, não tem desconto.

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Seu jardim começa na planta certa

O jardim que dura não nasce do render bonito, nasce da espécie certa, produzida por quem entende de clima. Quando o paisagista é dono do viveiro, a planta certa deixa de ser sorte.

Você não escolhe só uma empresa de paisagismo: escolhe quem projeta, produz e planta. Solicite seu orçamento e receba as espécies certas para o seu projeto, com procedência e entrega.

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